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O Lixo Humano

Por Frederico Rochaferreira




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Brasil não é só um país desorganizado é também um país sujo, onde ruas, calçadas, rios, lagoas, baías e banheiros, retratam sem meias verdades um povo que ainda não possui o senso de higiene. Finda as eleições no primeiro turno deste ano de 2014, as ruas de todos Estados da Federação ficaram tomadas de lixo. Em Salvador; 100 toneladas de lixo ficaram espalhados pelas ruas, no Rio de Janeiro foram 350 toneladas, em São Paulo; 250 toneladas, em Porto Alegre; 12  toneladas, em Boa Vista, Roraima; 3 toneladas, em Florianópolis; 10 toneladas, em Curitiba foram 6 toneladas; em Belo Horizonte; 140 toneladas, em Vitória, no Espírito Santo; 15 toneladas, em Brasilia; 300 toneladas, em Recife; 22 toneladas, em Maceió não foram divulgados dados confiáveis sobre a quantidade de lixo recolhido, portanto substitui pela quantidade de lixo recolhido de suas praias, que é de 250 toneladas por semana, em Goiânia foram 140 toneladas e em manaus; 15 toneladas, para citar as principais capitais do Brasil.

Todos os municípios do país no entanto ficaram sob toneladas de lixo e as Leis do lixo zero promulgadas sob os holofotes da imprensa em vários Estados, faz parte dessa sujeira; primeiro por serem inócuas, segundo, quando a ocasião exige, são omissas. A reflexão que devemos fazer é de que a sujeira nas ruas de uma cidade, município, Estado ou país, reflete nada mais que os indivíduos que lá habitam, assim o olhar crítico deve ser dirigido a seus habitantes; a seus filhos, seus pais, seus amigos, seus vizinhos, aos conhecidos e desconhecidos, às autoridades e a você próprio, porque o lixo que vemos espalhados pelas ruas, calçadas, rios, lagoas, baías e banheiros, significa mais que produtos descartados pelo homem em lugar impróprio; isso significa a extensão do lixo humano.


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