FREDERICO ROCHAFERREIRA
www.sitefilosofico.com
Membro da Oxford Philosophical Society




Isaias Raw

O pesquisador Isaias Raw reconhecido internacionalmente, afirma que a vacina contra a dengue que entra agora  na terceira fase, foi prejudicada com um atraso proposital do então diretor da ANVISA, Dirceu Barbano, por quase dois anos, tempo necessário para a aprovação da vacina desenvolvida pela francesa; Sanofi. Segundo Raw, o que deveria ser feito; era colocar as mãos no ex diretor e processá-lo. Contudo ações dessa monta, não são solitárias, há certamente mais "autoridades" envolvidas e mais casos; como as conhecidas cápsulas de fosfoetanolamina, da USP. Uma investigação do Ministério Público aos moldes da Lava-Jato, seria muito bem vinda!




A VACINA BRASILEIRA

 CONTRA A DENGUE

POR QUE PODE DAR ERRADO?


Por Frederico Rochaferreira


O

Instituto Butantan está dando início à terceira fase de testes clínicos em humanos, última etapa para obter o registro da vacina contra a dengue. Fatos nebulosos envolveram a relação entre o Instituto Butantan e a ANVISA; como por exemplo; o atraso por quase dois anos na aprovação dos estudos da vacina contra a dengue, o que atrasou substancialmente o seu desenvolvimento, tempo necessário para aprovar os estudos da Sanofi-Pasteur, conforme denuncia o Dr. Isaias Raw, criador do centro de biotecnologia do Butantan e pesquisador com larga experiência nos maiores centros de pesquisas do mundo, como MIT, Harvard e City College de Nova York. Quando tomamos ciência da denúncia de Isaias Raw, é impossível não fazer uma analogia com as denúncias de outro pesquisador; o Dr. Gilberto Chierice da USP, de que a ANVISA cerceou a evolução das pesquisas das cápsulas de fosfoetanolamina, remédio para o câncer.

Pois bem, com a dengue avançando em ritmo acelerado, no mesmo ritmo da irresponsabilidade ou se preferirem; da estupidez, de parte da população brasileira, que teima em conviver com potenciais criadouros do mosquito, finalmente a ANVISA autorizou a terceira etapa de testes, que será ministrada em 17 mil voluntários, em 13 cidades das cinco regiões brasileiras.

Todavia, é muito provável que o resultado final fique aquém das boas expectativas, porque é nessa fase que entra em cena, o placebo, parte fundamental na avaliação clínica. Ora, mas o papel do placebo e sua importância, sempre estiveram em conformidade com o segredo que ele encerra e na ação, junto ao conjunto físico e metafísico que somos nós e cientificamente; é isso que se busca.

Estranhamente as mídias brasileiras não cansam de divulgar amplamente esse “segredo” que fará parte dos testes clínicos, assim; todos aqueles em fase de entendimento e que farão os testes, terão uma informação valiosa que não deveriam ter e em tendo; esta pode vir a agir tanto como anticorpo, como otimizador da sustância ministrada, com ou sem princípio ativo.

Se alguma corrente subterrânea deseja o insucesso da vacina brasileira contra a dengue, que parece ser mais eficaz que a da Sanofi-Pasteur, fazer a divulgação do método, foi um golpe de mestre imposto a uma sociedade despreparada. Portanto; é muito provável que ao final dos testes, tenhamos resultados verdadeiros, mas não confiáveis.